A consolidação de créditos permite reduzir a prestação mensal total, alargar o prazo e simplificar a gestão do orçamento familiar. É frequentemente o caminho mais rápido para respirar de novo.
A consolidação junta todos os créditos ativos (automóvel, pessoal, cartão, linhas revolving) num único empréstimo, com prazo alargado, o que baixa a prestação mensal.
Não é magia financeira. O custo total pode ser superior no fim do prazo, porque paga durante mais tempo. Mas para famílias que precisam de aliviar o orçamento agora, é normalmente a opção mais realista.
O meu trabalho é mostrar-lhe a diferença exata: o quanto poupa por mês, quanto paga a mais no total, e se compensa no seu caso concreto.
Quando as prestações somadas ultrapassam os 45% do rendimento líquido que o Banco de Portugal recomenda desde agosto de 2026, consolidar reduz o valor mensal e devolve margem ao orçamento.
Os cartões em revolving costumam ter taxas entre 15% e 22%. Ao consolidar num crédito estruturado, a taxa desce de forma significativa.
Uma única prestação, numa única data e num único banco. Reduz o risco de esquecimentos e comissões acumuladas.
Levantamento de todos os créditos ativos, respetivas prestações e valor em dívida.
Cálculo da prestação consolidada em vários cenários de prazo, para perceber a poupança real.
Propostas em paralelo. Costuma haver resposta em 2 a 5 dias úteis.
Comparação lado a lado. Explico o que muda em cada, sem letra pequena.
O novo banco liquida os créditos antigos. A partir do mês seguinte, passa a ter apenas uma prestação.
Compara-se a soma das prestações atuais com a nova prestação consolidada. A diferença é a poupança mensal. Depois multiplica-se pelo número de meses para ver o alívio no orçamento familiar. Faço este cálculo de forma clara, com os seus números.
Sim. O crédito consolidado passa a constar do mapa do Banco de Portugal como um único crédito, e os anteriores ficam com estado de "liquidado". O impacto no perfil de crédito é geralmente positivo: menos linhas ativas.
Nem sempre. Se tem um crédito automóvel com TAEG de 4% e um crédito pessoal com TAEG de 12%, consolidar tudo pode aumentar o custo do primeiro. Analiso caso a caso e mostro-lhe se a consolidação total ou parcial faz sentido.
Em cenários em que consolida créditos pessoais e cartões (com TAEGs entre 12% e 22%) e alarga o prazo, é possível. Mas depende da composição das suas dívidas. Alguns clientes poupam 40%, outros 15%, outros mais. Sem análise concreta, é só marketing.
Da primeira conversa à aprovação: normalmente 1 a 2 semanas. Da aprovação à liquidação efetiva dos créditos antigos: mais 2 a 4 semanas. Consolidação sem hipoteca é mais rápida; com hipoteca demora mais devido à avaliação do imóvel.
Deixe apenas o essencial. O Pedro contacta-o dentro de 24 horas úteis com uma primeira análise ao seu caso.
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